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Missionários

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Celso Fonseca
País: Senegal
Atividade: esta há mais de dois anos entre o povo Fulani pregando a palavra de Deus com sua família, esposa e dois filhos.
Banco do Brasil
Agência: 160-0
Conta Corrente: 10456-6

Pertencemos a Deus! Aleluia!!!

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Jeremias 10.23 – “Eu sei ó Senhor que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos”.
A primeira impressão que temos ao ler este verso é de uma soberania tão absoluta de Deus, que não sobra espaço para o livre arbítrio. Mas, ao meditar sobre ele e pensando que fomos comprados por preço de sangue, e que não somos mais de nós mesmos, podemos glorificar a Deus, pois é Ele mesmo quem deve dirigir nossos passos. Pertencemos a Ele. Não a nossa vontade, mas a vontade do Senhor, esta verdade deve estar latente em minha alma. Por isso precisamos meditar e conhecer a sua palavra cada dia mais, assim compreenderemos com maior clareza sua direção para nossas vidas.
Selma

PERDEU A PALAVRA DO SENHOR?

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2 Rs 22.8
“então disse o sumo sacerdote HILQUIAS ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na casa do Senhor. Hilquias entregou o livro a Safã e este o leu”.
É interessante e assustador pensar na figura de um sumo sacerdote “achando” o livro da Lei. O rei da época era Josias, que provavelmente estava governando com a tradição e não com a Lei. Mas como isso se aplica na minha vida? Todas as vezes em que não obedecemos ou cumprimos a Palavra de Deus, esta Palavra está se perdendo em nossa vida. Quando Deus fala e eu não confio totalmente, esta palavra se perde em minha vida prática. É como Tiago diz: “Sede pois praticantes da Palavra e naõ somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.”
Que Deus possa abrir os nossos ouvidos espirituais, para que ouçamos sua palavra com clareza, e que ouvindo não deixemos de obedecer.

Selma

DEUS TRABALHA…TRABALHA EM MEU FAVOR!!!!

Isaías 64.4

“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera”
Este verso fala da soberania de Deus, o quão poderoso e grande Ele é, ao ponto de não haver alguém semelhante ou ainda que se compare a Ele.
Mas o que faz este verso, ou melhor, este DEus ser tão especial é o fato de que apesar de toda a sua soberania e grandeza Ele se importa conosco. Ele trabalha em nosso favor. E se podemos crer nisso, dissipam-se as dúvidas, as preocupações, pois Ele é o Guarda e Israel, o Deus que não dorme, mas, enquanto dormimos, Ele cuida de nós. Ele trabalha, age em nosso favor.
Jesus disse: “Meu Pai trabalha até agora…” Sim, Ele trabalha por aqueles que nele esperam. Aleluia!!!

O Crescimento do Islamismo

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Alunos, assistam o vídeo acima , pois vamos conversar sobre ele na próxima aula!!!
Aproveite para deixar o seu comentário aqui no blog!!!
Té mais!

REFORMA E INDULGÊNCIAS

A REFORMA

No início do século XVI, a Igreja atravessava uma das fases mais difíceis da sua história. Ela já não era aquela Igreja pequena, simples e pura dos primórdios. Ela cresceu. Surgiram concomitantemente problemas profundos e prolongados. Sacerdotes inescrupulosos fizeram sua, aquela que até então era tida como a causa do Senhor.A Reforma Protestante pode-se dizer que foi um movimento ou até mesmo uma revolução religiosa, onde o poder total da igreja foi questionado, desafiado.

MARTINHO LUTERO

Sentenciado por ordem papal a morrer queimado, João Huss, um dos mais famosos precursores da Reforma, no momento da sua execução, disse em alto e bom som: “Podem matar o ganso (na sua língua “huss” é ganso), mas daqui a cem anos surgirá um cisne que não poderão queimar.” Cem anos após ditas estas palavras, isto é, a 10 de novembro de 1483, em Eisleben, na Saxônia, nascia Martinho Lutero.

Vocação Religiosa

Já estava preparado para iniciar sua vida profissional quando, de repente, para espanto dos amigos e desapontamento do pai, tornou-se monge, entrando para o Convento dos Agostinianos, em Erfurt. Desejava a certeza da salvação mais do que qualquer outra coisa, e, com o propósito de alcançá-la empreendeu peregrinações aos locais indicados pela Igreja, jejuns e sacrifícios que às vezes iam além do suportável por uma pessoa normal.

Uma Descoberta Revolucionária

Foi no início do ano 1512, enquanto lia a Epístola de Paulo aos Romanos, que Lutero encontrou a declaração revolucionária: “O justo viverá por fé” (Rm 1.17). Estas palavras como labaredas de Deus, incendiaram-lhe a mente com vislumbres da verdade que procurava há tanto tempo. Descobriu que a salvação lhe pertencia, simples e unicamente por fé na obra que Cristo consumou na cruz. E foi com o intuito de melhor compreender esta verdade, que empreendeu cuidadoso estudo das Escrituras, e das obras de grandes mestres cristãos, como Agostinho e Anselmo. Pelo estudo dos Salmos e das epístolas de Paulo, ele afirmou, nas suas preleções, com suficiente clareza e certeza, que Deus salva os pecadores mediante a fé no Seu amor revelado em Jesus Cristo. Esta é a verdade da justificação por fé.

Lutero em Wittenberg

Por mais de quatro anos Lutero trabalhou em Wittenberg, decepcionado com a Igreja, mas sem romper com seus líderes. Nessa época, adquiriu projeção como um dos mais destacados líderes da sua Ordem.

REAÇÕES PAPAIS ÀS TESES DE LUTERO

O conhecimento da verdade adquirida por Lutero, já o fazia capaz de julgar os méritos da venda das indulgências papais. Lutero via este fato como um verdadeiro assalto aos parcos recursos do povo e completo desrespeito ao futuro eterno do povo alemão. Foi assim que, em 31 de outubro de 1517, véspera do Dia de Todos-os-Santos, quando grande multidão comparecia à igreja do castelo na cidade de Wittenberg, Lutero afixou na porta da catedral, as suas 95 teses, denunciando o abuso gritante da venda das indulgências papais.

O PROBLEMA DAS INDULGÊNCIAS

Numa localidade próxima a Wittenberg, onde Lutero morava, em 1517, apareceu um frade dominicano alemão de nome Tetzel, enviado pelo arcebispo de Mogúncia para vender indulgências emitidas pelo papa.

O Que Eram Indulgências

Indulgências era algo que, apresentadas como favores divinos, concedida aos homens, mediante os méritos do papa, perdão pelos pecados. As mesmas eram adquiridas em troca de dinheiro que, conforme os que as vendiam, seria usado na construção da Basílica de São Pedro, em Roma.

O Que as Indulgências Ofereciam

Alberto, Arcebispo de Mogúncia, responsável pela comercialização das indulgências, dá as seguintes instruções quanto ao preço das mesmas, e possíveis favores delas alcançados:

A primeira graça oferecida pelas indulgências, é a completa remissão de todos os pecados; nada maior do que isto se pode conceber, já que os homens pecadores, privados da graça de Deus, obtêm remissão completa por esses meios e de novo gozam a graça de Deus. Além disto, pela remissão dos pecados, o castigo que se está obrigado a suportar no purgatório por causa da afronta à divina majestade, é totalmente perdoada e as penas do purgatório são completamente apagadas.

O método de contribuição para a caixa de construção da basílica de São Pedro, o chefe dos apóstolos, é este: os penitentes e confessores, depois de terem explicado àqueles que fazem confissão, a grandeza dessa remissão plena e desses privilégios, devem perguntar-lhes qual o tamanho da contribuição – em dinheiro ou em outros bens temporais – que desejam fazer em boa consciência para lhes outorgar esse método de remissão plena e de privilégios; e isto deve ser feito de modo a contribuírem facilmente.

Reis e seus familiares, bispos, etc, 25 florins de ouro; abades, condes e barões, etc, 10; outros nobres e eclesiásticos e outras pessoas com renda de 500 florins, 6; cidadãos com renda própria, 1; os que ganham pouco, 1/2 florim. Os que não têm, devem fazer sua contribuição por meio de orações e jejuns, “porque o reino de Deus deve estar aberto aos pobres como aos ricos”.

A segunda graça principal é um “confissional” (carta confissional) contendo os maiores, mais importantes e até hoje inauditos privilégios: o privilégio de escolher um confessor conveniente, mesmo um regular das ordens mendicantes…

A terceira graça importante é a participação em todos os benefícios da Igreja Universal; isto consiste em que os contribuintes da dita construção (construção da catedral de São Pedro), juntamente com os falecidos pais, que saíram deste mundo em estado de graça, agora e por toda a eternidade serão participantes de todas as petições, intercessões, esmolas, jejuns e orações e de toda e qualquer peregrinação, mesmo as feitas à Terra Santa;

A quarta graça importante é em favor das almas que estão no purgatório e é a remissão completa de todos os pecados, remissão que o papa consegue por sua intercessão para o bem dessas almas da seguinte maneira: a mesma contribuição que se faria por si mesma, estando vivo, deve ser depositado no caixa.

(DOCUMENTO DA IGREJA CRISTÃ).

A REFORMA para os alunos

AS 95 TESES DE MARTINHO LUTERO

As 95 Teses de Martinho Lutero
por Martinho Lutero
Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, de onde posteriormente veio a Igreja Presbiteriana, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.

Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito.
Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1ª Tese Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos…., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.
2ª Tese E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.
3ª Tese Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.
4ª Tese Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.
5ª Tese O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.
6ª Tese O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.
7ª Tese Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.
8ª Tese Canonespoenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.
9ª Tese Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema
10ª Tese Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentiascanonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.
11ª Tese Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.
12ª Tese Outrora canonicaepoenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.
13ª Tese Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.
14ª Tese Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.
15ª Tese Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.
16ª Tese Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.
17ª Tese Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.
18ª Tese Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.
19ª Tese Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.
20ª Tese Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.
21ª Tese Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.
22ª Tese Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.
23ª Tese Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.
24ª Tese Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.
25ª Tese Exatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d’almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.
26ª Tese O papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.
27ª Tese Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.
28ª Tese Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.
29ª Tese E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal.
30ª Tese Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.
31ª Tese Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.
32ª Tese Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.
33ª Tese Há que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.
34ª Tese Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.
35ª Tese Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.
36ª Tese Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.
37ª Tese Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.
38ª Tese Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.
39ª Tese É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar.
40ª Tese O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.
41ª Tese É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.
42ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.
43ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.
44ª Tese Ê que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.
45ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus.
46ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.
47ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada
48ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.
49ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.
50ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51ª Tese Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro.
52º Tese Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.
53ª Tese São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.
54ª Tese Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.
55ª Tese A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.
56ª Tese Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo.
57ª Tese Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.
58ª Tese Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.
59ª Tese São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.
60ª Tese Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.
61ª Tese Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.
62ª Tese O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63ª Tese Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.
64ª Tese Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.
65ª Tese Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.
66ª Tese Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.
67ª Tese As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.
68ª Tese Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69ª Tese Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência-
70ª Tese Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.
71ª Tese Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.
72ª Tese Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.
73ª Tese Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.
74ª Tese Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.
75ª Tese Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.
78 ª Tese Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui.
77ª Tese Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa.
78ª Tese Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12.
79ª Tese Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia.
80ª Tese Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.
81ª Tese Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.
82 ª Tese Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima’ caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante?
83ª Tese Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto’ ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados?
84ª Tese Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga?
85ª Tese Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor?
86ª Tese Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?
87ª Tese Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária?
88ª Tese Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.
89ª Tese Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes?
90ª Tese Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91ª Tese Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.
92ª Tese Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz.
93ª Tese Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.
94ª Tese Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.
95ª Tese E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS

Comunicar o evangelho através das barreiras culturais é muito mais complicado e difícil que evangelizar o povo de nossa própria terra. Para que o evangelista intercultural tenha êxito, precisa conhecer a dinâmica fundamental da comunicação intercultural. Se ele aprender a superar as barreiras da comunicação, fundamentadas nas diferenças culturais, seu trabalho será muitíssimo mais frutífero. É melhor esperar que o Espírito Santo ajude os crentes a tomar as decisões corretas ao ir transformando a sua cultura.

A maneira de se utilizarem os sentidos das palavras é diferente de uma cultura para outra. Para comunicar ideias, não é suficiente fazer uma tradução literal, palavra por palavra, de uma língua para outra.

Precisamos, ao contrário, fazer uma tradução idiomática, que comunique o sentido real da ideia que queremos transmitir, antes de mais nada. “Não é muito clara”, foi a resposta de um homem da Polinésia, quando lhe perguntaram se ele havia entendido uma tradução literal das Escrituras. Uma tradução verdadeira é aquela que primeiramente traduz o sentido e, depois, o estilo do original. O estilo não tem lógica se, em primeiro lugar, não se comunicar o sentido verdadeiro da palavra. Temos de fazer substituições culturais.

Os seguintes problemas envolvendo importantes fatores de “substitutos culturais” precisam ser entendidos, se quisermos comunicar efetivamente a mensagem bíblica noutra língua.

  1. 1. A soma de 2 e 2 talvez não seja 4

Não se pode somar as palavras, e então ter o sentido verdadeiro da frase. Se assim for traduzida, a frase “amontoar brasas vivas sobre a cabeça” pode acabar sendo entendida literalmente por certas tribos indígenas, e o resultado seria desastroso: muitas pessoas morreriam de forma horrível! Temos de entender que esta expressão é figurada e dificilmente deverá se traduzida literalmente. A tradução desse tipo de expressão é difícil por causa dos diferentes sentidos que po­de ter de cultura para cultura, e nem sempre é fácil achar uma ex­pressão equivalente naquela cultura.

2. Semelhanças ilusórias

Às vezes, parece que há equivalência de sentido em palavras semelhantes de uma língua para outra, quando na verdade os sentidos são totalmente diferentes.

Nós entendemos que a expressão “debaixo da lei” refere-se à jurisdição da lei. Os moradores das ilhas Marshall também têm as palavras “debaixo” e “lei”, mas a frase “debaixo da lei” quer dizer algo que é “ilegal” e não “legal”. Por isso, a tradução de Romanos 6.15, por exemplo, foi feita da seguinte maneira: “aquele que faz o que a lei manda”.

O missionário tem de distinguir entre as formas que podem e as que não podem ser modificadas para esclarecer o verdadeiro significado do conceito original. Formas gramaticais ilustrativas, literárias e metafóricas podem ser trabalhadas. No entanto, a linguagem e as formas ligadas à história, ou símbolos relacionados com a história, logicamente, não podem ser modificados.

3. Uma parte não é suficiente

É importante lembrar que, às vezes, uma palavra traduzida em outra língua pode ter somente uma parte do sentido original. Precisamos conhecer bem todos os componentes de significado das palavras da língua que estamos usando para transmitir o evangelho.

4. Sem graça?

Um missionário que trabalhava em certa região africana traduziu “Espírito Santo” por “sopro limpo” para uma língua local. Ele havia lido num dicionário que a palavra grega para espírito (“pneuma”) significava “sopro”. Contudo, para aquele povo, “sopro” não significa espírito, mas sim um sopro de respiração duma pessoa — um mecanismo apenas físico. Então, quando ele juntou esta palavra a “limpo”, a expressão mais aproximada para “santo”, o missionário estava transmitindo algo sem sentido, ao invés de estar ensinando sobre o Espírito Santo.

5. Cuidado com palavras emprestadas!

Quando, numa língua indígena, faltam certos termos, a tendência é tomar emprestadas palavras de outra língua, muitas vezes do próprio original grego (como acontece muito com a nossa tradução clássica da Bíblia). Mas é muito perigoso fazer isso, mesmo que aparentemente as palavras tenham o mesmo sentido ou sejam escritas de forma parecida. Antes de mais nada, é necessário discernir cuidadosamente com que sentido as palavras empresta­das estão sendo empregadas e só usá-las quando realmente não há a palavra que se quer na língua original, com um adendo explicativo.

Por exemplo, os zapotecas usam a palavra “domingo” na forma escrita “dumingo”, mas que significa “dança” e não um dia da semana. Os astecas usavam a palavra “glória”, mas para significar alvoroço.

6. Barreiras culturais

Traduzir não é apenas transmitir informações, mas também expressar, num estilo local, um pouco do caráter emocional do original. O paralelismo da poesia hebraica é muito semelhante aos cânticos da Indonésia, e os provérbios do Antigo Testamento inflamam os corações dos povos do Oeste africano. Na língua dos valientes, descreve-se um professor como aquele que “instrui as crenças” ou, melhor ainda, aquele que “grava na mente”. Na língua dos shiluks, a frase “importa que Ele cresça e que eu diminua” diz-se da seguinte forma: “Ele tem de se tornar mais importante, e eu menos importante”. No entanto, a maneira certa de se alcançarem as emoções dos shiluks é dizer: “Ele tem de vir do amanhecer, e eu tenho de ir para o anoitecer”.

O paralelismo linguístico é interessante porque revela diferenças culturais sutis.

Com todas estas expressões, podemos ver as variações de preocupações e acontecimentos de cada cultura.

Extraído do livro: Missiologia

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS PARA OS ALUNOS

O RELATIVISMO CULTURAL

O RELATIVISMO CULTURAL

Deus conhece os diferen­tes valores de cada cultura. Ele reconhece também as oportunidades de cada povo, a revelação que este tem recebido de Deus.

Paulo também sabia que os valores de cada cultura eram diferentes e que alguns costumes eram relativos e outros não (1 Co 9.20-21).

A Bíblia deixa muitos costumes e regras em aberto para que a própria pessoa, dentro da sua respectiva cultura, escolha o melhor. Outros mandamentos são fixos para todas as pessoas na face da terra.

Há outros atos que são meros costumes (como a maneira de se vestir ou a circuncisão de Timóteo e a não circuncisão de Tito) e, portanto, deixados à livre decisão de cada um, sem que a Bíblia os regulamente.

Talvez o discernimento sobre essas coisas seja uma das tarefas mais difíceis e mais importantes do missionário. Por isso ele tem de, em primeiro lugar, conhecer profundamente a Bíblia e o que a Bíblia realmente ensina sobre tais coisas. Ele tem de conhecer também a sua própria cultura para poder compreender as razões básicas das suas próprias reações e pensamentos.

A MISSÃO CRISTÃ E A CULTURA SOCIAL

Nem sempre o missionário, logo de início, entende todas as implicações e raízes dos hábitos culturais de determinado povo. Por isso, ele precisa analisar a nova cultura “a fundo” e apresentar a Palavra de maneira que ela possa ser expressa de forma relevante àquela cultura. Deve haver identificação e adaptação da transmissão da Palavra à cultura e não da cultura do missionário à cultura do povo em questão.

Com relação às estruturas sociais dos povos, um dos mais graves problemas que têm surgido é o da poligamia. Quais são os verda­deiros ensinamentos bíblicos sobre esse assunto? Qual a maneira bíblica de resolver os muitos problemas que surgem nos muitos campos missionários onde a poligamia é perfeitamente aceita em termos culturais?

Para resolverem os problemas culturais, muitos missionários têm se preocupado principalmente com formas e não com conteúdo. É muito fácil pensar que, substituindo-se as instituições e organizações sociais, pode-se superar o pecado que inevitavelmente existe nas relações sociais de todos os homens.

Deus tem operado através dos séculos e tem se manifestado em muitas estruturas sociais e vai continuar a fazê-lo. Nenhuma sociedade é ideal, e mudar as estruturas sociais não resolve o problema do homem. Somente a reconciliação do homem com Deus, pelo sacrifício vicário de Jesus Cristo, pode transformar o seu coração, abrindo caminho para que, pelo Espírito Santo, todas as relações humanas possam ser santificadas!

EVANGELHO E CULTURA

Este exercício pretende ajudá-lo a testar sua coerência teológica em várias questões que os protestantes de várias denominações têm considerado importantes. Como cristão em um ambiente transcultural, você precisará aprender as diferenças entre os elementos essenciais e os não-essenciais à Igreja em cada cultura.

PRIMEIRA PARTE

Separe todos os itens abaixo em duas categorias, com base nas seguintes definições:

Essencial: Estes itens (normas, práticas, costumes) são essenciais à igreja em qualquer época (marque-os com “E”  na lista).

Negociável: Estes itens (normas, práticas, costumes) podem ou não ser   válidos para a igreja em qualquer local ou época (Marque-os com “N” na lista).

1- Cumprimentar com ósculo santo.

2- Questões entre cristãos não devem ser levadas aos tribunais.

3- Não comer carne utilizada em cerimônias pagãs.

4- As mulheres devem usar véu quando orarem ou falarem na igreja.

5- Lavar os pés por ocasião da Ceia do Senhor.

6- Imposição de mãos para ordenação.

7- Cantar sem acompanhamento musical

8- Abster-se de comer sangue

9- Abster-se da fornicação

10- Participar da Ceia do Senhor (Eucaristia) juntos.

11- Utilizar somente vinho de verdade e pão não levedado na Ceia (Eucaristia)

12- Utilizar somente suco de uva na Ceia.

13- Unção com óleo para cura.

14- As mulheres não devem ensinar homens

15- As mulheres não devem usar cabelo trançado, ouro ou pérolas.

16- Os homens não devem ter cabelos compridos.

17- Não beber vinho

18- A escravidão é permissível se os escravos forem bem tratados

19- Permanecer solteiro

20- Buscar o dom de línguas.

21- Buscar o dom de cura.

22- Levantar as mãos quando orar

23- Quem não trabalhar não come

24- Ter uma “hora devocional” particular todos os dias.

25- Dizer Amém no final das orações

26- Nomear presbíteros e diáconos em toda congregação

27- Eleger os líderes

28- Confessar os pecados uns aos outros.

29- Confessar os pecados em secreto a Deus

30- Dar pelo menos dez por cento de sua renda/ bens/ colheita a Deus

31- Construir um lugar para a adoração

32- Confessar a Cristo publicamente por meio do batismo.

33- Ser batizado por imersão

34- Ser batizado quando adulto

35- Ser batizado quando criança/bebê

36- Não  ser polígamo

37- Não se divorciar de seu cônjuge por nenhuma razão

38- Não se divorciar de seu cônjuge exceto por adultério

SEGUNDA PARTE

Há algum itens  “essenciais” que são um pouco mais “essências” que os outros?

Há algum item que não tem explicitamente  nada a ver com as Escrituras?

O RELATIVISMO CULTURAL aluno

ENVOLVIDO OU COMPROMETIDO?

ENVOLVIDO OU COMPROMETIDO?O General norte Americano Norman, que atuou na guerra do Golfo, explicou a diferença entre os dois principais ingredientes do típico café da manhã americano: O Bacon e os Ovos, A Galinha deu os Ovos e Envolveu-se, mas o Porco se Comprometeu, pois deu o Bacon; Uma Estória ainda diz, que certa vez, a Galinha resolveu dar uma Festa, e chamou o Porco, o Porco então disse a Galinha:
– Você Tudo bem! Sempre pode estar contribuindo, pois vai se Envolver, agora eu estou me comprometendo de uma vez por todas com a minha vida!
Neemias 4:19b diz: “A Obra é grande e extensa, e nós estamos separados uns dos outros ao longo do muro”.
Você já parou para pensar que:
· Há 24.000 Povos no Mundo dos quais 8.000 precisam ser alcançados.
· 85.000 pessoas morrem diariamente sem o conhecimento de Cristo.
· Há 7.148 Línguas no mundo e 4.125 delas não tem nenhuma parte da Bíblia Traduzida.
O Que temos como igreja Brasileira:
· Somos a terceira maior do mundo, mas precisamos de 100.000 Crentes para sustentar um missionário na janela 10-40.
· Somos aproximadamente 65 milhões de evangélicos e temos enviado apenas 3.200 missionários para os não-alcançados.
· O Numero de missionários que temos enviado é menor que 1% de nossos cristãos.
Eis ai à distância entre o que precisa ser feito e o que nós temos para dar.
No Brasil temos aproximadamente 200.000 templos evangélicos: o que aconteceria se cada igreja enviasse e sustentasse apenas Um missionário?
Investimos anualmente apenas 1,30 R$ por pessoa para missão transcultural; Onde as igrejas têm gastado o seu dinheiro?
– 95% em atividades domésticas.
– 4,5% em missões no Brasil.
– 0,5% aos Povos não alcançados.
Nós como liderança, teríamos que seguir o exemplo de Oswald Smit, famoso escritor e Pastor da igreja dos povos em Toronto, com mais de 800 missionários enviados, a igreja dos povos em Toronto já chegou a investir mais de 75% de suas entradas em missões.
E você, Aonde vai entrar nessa História, como o que se envolve ou como o que ira se comprometer?
Só há 3 coisas que uma pessoa pode fazer: Fugir, Ficar olhando ou Fazer algo.
Faça algo, se envolva contribuindo com missões, ou se comprometa indo até aqueles que nunca ouviram falar de Jesus, não fique separado de min ao outro lado do muro.
Só há 3 coisas que uma pessoa pode fazer: Fugir, Ficar olhando ou Fazer algo.
Pastor Marcio José


ministerioalma@gmail.com

A IMPORTÂNCIA DA RETAGUARDA

A IMPORTÂNCIA DA RETAGUARDA
Não é de estranhar se a emoção por assuntos vibrantes arrefece em decorrência de sua repetição.
Corremos o risco de até encarar com certa naturalidade a terrível humilhação que representou para o Filho de Deus tornar-se igual ao ser que ele havia criado a sua imagem e semelhança, a fim de resgatar a humanidade da ruptura da Queda; bem como de perder de vista as limitações às quais Jesus se impôs ao se tornar totalmente homem, ainda que continuando a ser totalmente Deus. Não podemos esquecer-nos dessas limitações, que foram de fato reais. Como bem lembra o Rev. Élben César: “Como Filho do Homem, Jesus precisava de todas as coisas que os seres humanos precisam”; e cita algumas dessas necessidades: de descanso (Jo 4.6), de líquidos (Jo 4.7; 19.28), de comida (Mt 4.2), de sono (Mt 8.24), de companhia (Mt 26.36-38), de mantenedores (Lc 8.1-3).1
Semelhantemente, corremos o risco de também não nos emocionarmos com o “imediatamente” e o “deixando tudo” das narrativas das decisões dos irmãos Simão e André e dos filhos de Zebedeu  de deixarem as redes de seu ganha-pão para seguir Jesus2; nem de comover-nos quando vemos um funcionário da coletoria virar as costas a sua rentável profissão para acompanhar um recém-surgido Mestre3. E mais ainda: como não nos admirarmos dos sete restantes que também se sujeitaram a ligar sua sorte àquele que declarou abertamente que “o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”?4
E pensar que esses homens agiram assim para sair caminhando pelas empoeiradas estradas de terra batida rumo às aldeias e cidades das redondezas e além-redondezas, sem promessa de salários ou ajudas de custo ou horas extras… Será que eles não pensaram na provisão para suas necessidades básicas e de suas famílias?
Provavelmente fossem taxados de irresponsáveis ou alienados, como muitas vezes hoje ainda são chamados de irresponsáveis ou alienados os que deixam tudo para obedecer o comando do mesmo Rabi que chamou aqueles doze no passado.
Lucas mostra de modo muito lindo um outro aspecto da cena, a retaguarda da luta daqueles homens: eles não estavam sozinhos na aventura chamada Jesus: “Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens”. 5
Jesus, que chama os que devem ir, chama também os mantenedores dos que vão. A luta é uma só. As funções é que são diferentes. Façamos nossa parte.
Antônio Carlos W. C. de Azeredo
1 CÉSAR, Élben M. Lenz. Refeições Diárias com Jesus. Viçosa, Ultimato, nov.2010. p. 25.
2 Marcos 1.16-20; Lucas 5.11;  3 Mateus 9.9;  4 Mateus 8.20;  5 Lucas 8.1-3.
http://www.base.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=78:retaguarda&catid=11:rede-cuidadores&Itemid=37