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Missionários

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Celso Fonseca
País: Senegal
Atividade: esta há mais de dois anos entre o povo Fulani pregando a palavra de Deus com sua família, esposa e dois filhos.
Banco do Brasil
Agência: 160-0
Conta Corrente: 10456-6

Archive for the ‘Missões – aulas’ Category

O Crescimento do Islamismo

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Alunos, assistam o vídeo acima , pois vamos conversar sobre ele na próxima aula!!!
Aproveite para deixar o seu comentário aqui no blog!!!
Té mais!

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS

Comunicar o evangelho através das barreiras culturais é muito mais complicado e difícil que evangelizar o povo de nossa própria terra. Para que o evangelista intercultural tenha êxito, precisa conhecer a dinâmica fundamental da comunicação intercultural. Se ele aprender a superar as barreiras da comunicação, fundamentadas nas diferenças culturais, seu trabalho será muitíssimo mais frutífero. É melhor esperar que o Espírito Santo ajude os crentes a tomar as decisões corretas ao ir transformando a sua cultura.

A maneira de se utilizarem os sentidos das palavras é diferente de uma cultura para outra. Para comunicar ideias, não é suficiente fazer uma tradução literal, palavra por palavra, de uma língua para outra.

Precisamos, ao contrário, fazer uma tradução idiomática, que comunique o sentido real da ideia que queremos transmitir, antes de mais nada. “Não é muito clara”, foi a resposta de um homem da Polinésia, quando lhe perguntaram se ele havia entendido uma tradução literal das Escrituras. Uma tradução verdadeira é aquela que primeiramente traduz o sentido e, depois, o estilo do original. O estilo não tem lógica se, em primeiro lugar, não se comunicar o sentido verdadeiro da palavra. Temos de fazer substituições culturais.

Os seguintes problemas envolvendo importantes fatores de “substitutos culturais” precisam ser entendidos, se quisermos comunicar efetivamente a mensagem bíblica noutra língua.

  1. 1. A soma de 2 e 2 talvez não seja 4

Não se pode somar as palavras, e então ter o sentido verdadeiro da frase. Se assim for traduzida, a frase “amontoar brasas vivas sobre a cabeça” pode acabar sendo entendida literalmente por certas tribos indígenas, e o resultado seria desastroso: muitas pessoas morreriam de forma horrível! Temos de entender que esta expressão é figurada e dificilmente deverá se traduzida literalmente. A tradução desse tipo de expressão é difícil por causa dos diferentes sentidos que po­de ter de cultura para cultura, e nem sempre é fácil achar uma ex­pressão equivalente naquela cultura.

2. Semelhanças ilusórias

Às vezes, parece que há equivalência de sentido em palavras semelhantes de uma língua para outra, quando na verdade os sentidos são totalmente diferentes.

Nós entendemos que a expressão “debaixo da lei” refere-se à jurisdição da lei. Os moradores das ilhas Marshall também têm as palavras “debaixo” e “lei”, mas a frase “debaixo da lei” quer dizer algo que é “ilegal” e não “legal”. Por isso, a tradução de Romanos 6.15, por exemplo, foi feita da seguinte maneira: “aquele que faz o que a lei manda”.

O missionário tem de distinguir entre as formas que podem e as que não podem ser modificadas para esclarecer o verdadeiro significado do conceito original. Formas gramaticais ilustrativas, literárias e metafóricas podem ser trabalhadas. No entanto, a linguagem e as formas ligadas à história, ou símbolos relacionados com a história, logicamente, não podem ser modificados.

3. Uma parte não é suficiente

É importante lembrar que, às vezes, uma palavra traduzida em outra língua pode ter somente uma parte do sentido original. Precisamos conhecer bem todos os componentes de significado das palavras da língua que estamos usando para transmitir o evangelho.

4. Sem graça?

Um missionário que trabalhava em certa região africana traduziu “Espírito Santo” por “sopro limpo” para uma língua local. Ele havia lido num dicionário que a palavra grega para espírito (“pneuma”) significava “sopro”. Contudo, para aquele povo, “sopro” não significa espírito, mas sim um sopro de respiração duma pessoa — um mecanismo apenas físico. Então, quando ele juntou esta palavra a “limpo”, a expressão mais aproximada para “santo”, o missionário estava transmitindo algo sem sentido, ao invés de estar ensinando sobre o Espírito Santo.

5. Cuidado com palavras emprestadas!

Quando, numa língua indígena, faltam certos termos, a tendência é tomar emprestadas palavras de outra língua, muitas vezes do próprio original grego (como acontece muito com a nossa tradução clássica da Bíblia). Mas é muito perigoso fazer isso, mesmo que aparentemente as palavras tenham o mesmo sentido ou sejam escritas de forma parecida. Antes de mais nada, é necessário discernir cuidadosamente com que sentido as palavras empresta­das estão sendo empregadas e só usá-las quando realmente não há a palavra que se quer na língua original, com um adendo explicativo.

Por exemplo, os zapotecas usam a palavra “domingo” na forma escrita “dumingo”, mas que significa “dança” e não um dia da semana. Os astecas usavam a palavra “glória”, mas para significar alvoroço.

6. Barreiras culturais

Traduzir não é apenas transmitir informações, mas também expressar, num estilo local, um pouco do caráter emocional do original. O paralelismo da poesia hebraica é muito semelhante aos cânticos da Indonésia, e os provérbios do Antigo Testamento inflamam os corações dos povos do Oeste africano. Na língua dos valientes, descreve-se um professor como aquele que “instrui as crenças” ou, melhor ainda, aquele que “grava na mente”. Na língua dos shiluks, a frase “importa que Ele cresça e que eu diminua” diz-se da seguinte forma: “Ele tem de se tornar mais importante, e eu menos importante”. No entanto, a maneira certa de se alcançarem as emoções dos shiluks é dizer: “Ele tem de vir do amanhecer, e eu tenho de ir para o anoitecer”.

O paralelismo linguístico é interessante porque revela diferenças culturais sutis.

Com todas estas expressões, podemos ver as variações de preocupações e acontecimentos de cada cultura.

Extraído do livro: Missiologia

A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE FRONTEIRAS CULTURAIS PARA OS ALUNOS

O RELATIVISMO CULTURAL

O RELATIVISMO CULTURAL

Deus conhece os diferen­tes valores de cada cultura. Ele reconhece também as oportunidades de cada povo, a revelação que este tem recebido de Deus.

Paulo também sabia que os valores de cada cultura eram diferentes e que alguns costumes eram relativos e outros não (1 Co 9.20-21).

A Bíblia deixa muitos costumes e regras em aberto para que a própria pessoa, dentro da sua respectiva cultura, escolha o melhor. Outros mandamentos são fixos para todas as pessoas na face da terra.

Há outros atos que são meros costumes (como a maneira de se vestir ou a circuncisão de Timóteo e a não circuncisão de Tito) e, portanto, deixados à livre decisão de cada um, sem que a Bíblia os regulamente.

Talvez o discernimento sobre essas coisas seja uma das tarefas mais difíceis e mais importantes do missionário. Por isso ele tem de, em primeiro lugar, conhecer profundamente a Bíblia e o que a Bíblia realmente ensina sobre tais coisas. Ele tem de conhecer também a sua própria cultura para poder compreender as razões básicas das suas próprias reações e pensamentos.

A MISSÃO CRISTÃ E A CULTURA SOCIAL

Nem sempre o missionário, logo de início, entende todas as implicações e raízes dos hábitos culturais de determinado povo. Por isso, ele precisa analisar a nova cultura “a fundo” e apresentar a Palavra de maneira que ela possa ser expressa de forma relevante àquela cultura. Deve haver identificação e adaptação da transmissão da Palavra à cultura e não da cultura do missionário à cultura do povo em questão.

Com relação às estruturas sociais dos povos, um dos mais graves problemas que têm surgido é o da poligamia. Quais são os verda­deiros ensinamentos bíblicos sobre esse assunto? Qual a maneira bíblica de resolver os muitos problemas que surgem nos muitos campos missionários onde a poligamia é perfeitamente aceita em termos culturais?

Para resolverem os problemas culturais, muitos missionários têm se preocupado principalmente com formas e não com conteúdo. É muito fácil pensar que, substituindo-se as instituições e organizações sociais, pode-se superar o pecado que inevitavelmente existe nas relações sociais de todos os homens.

Deus tem operado através dos séculos e tem se manifestado em muitas estruturas sociais e vai continuar a fazê-lo. Nenhuma sociedade é ideal, e mudar as estruturas sociais não resolve o problema do homem. Somente a reconciliação do homem com Deus, pelo sacrifício vicário de Jesus Cristo, pode transformar o seu coração, abrindo caminho para que, pelo Espírito Santo, todas as relações humanas possam ser santificadas!

EVANGELHO E CULTURA

Este exercício pretende ajudá-lo a testar sua coerência teológica em várias questões que os protestantes de várias denominações têm considerado importantes. Como cristão em um ambiente transcultural, você precisará aprender as diferenças entre os elementos essenciais e os não-essenciais à Igreja em cada cultura.

PRIMEIRA PARTE

Separe todos os itens abaixo em duas categorias, com base nas seguintes definições:

Essencial: Estes itens (normas, práticas, costumes) são essenciais à igreja em qualquer época (marque-os com “E”  na lista).

Negociável: Estes itens (normas, práticas, costumes) podem ou não ser   válidos para a igreja em qualquer local ou época (Marque-os com “N” na lista).

1- Cumprimentar com ósculo santo.

2- Questões entre cristãos não devem ser levadas aos tribunais.

3- Não comer carne utilizada em cerimônias pagãs.

4- As mulheres devem usar véu quando orarem ou falarem na igreja.

5- Lavar os pés por ocasião da Ceia do Senhor.

6- Imposição de mãos para ordenação.

7- Cantar sem acompanhamento musical

8- Abster-se de comer sangue

9- Abster-se da fornicação

10- Participar da Ceia do Senhor (Eucaristia) juntos.

11- Utilizar somente vinho de verdade e pão não levedado na Ceia (Eucaristia)

12- Utilizar somente suco de uva na Ceia.

13- Unção com óleo para cura.

14- As mulheres não devem ensinar homens

15- As mulheres não devem usar cabelo trançado, ouro ou pérolas.

16- Os homens não devem ter cabelos compridos.

17- Não beber vinho

18- A escravidão é permissível se os escravos forem bem tratados

19- Permanecer solteiro

20- Buscar o dom de línguas.

21- Buscar o dom de cura.

22- Levantar as mãos quando orar

23- Quem não trabalhar não come

24- Ter uma “hora devocional” particular todos os dias.

25- Dizer Amém no final das orações

26- Nomear presbíteros e diáconos em toda congregação

27- Eleger os líderes

28- Confessar os pecados uns aos outros.

29- Confessar os pecados em secreto a Deus

30- Dar pelo menos dez por cento de sua renda/ bens/ colheita a Deus

31- Construir um lugar para a adoração

32- Confessar a Cristo publicamente por meio do batismo.

33- Ser batizado por imersão

34- Ser batizado quando adulto

35- Ser batizado quando criança/bebê

36- Não  ser polígamo

37- Não se divorciar de seu cônjuge por nenhuma razão

38- Não se divorciar de seu cônjuge exceto por adultério

SEGUNDA PARTE

Há algum itens  “essenciais” que são um pouco mais “essências” que os outros?

Há algum item que não tem explicitamente  nada a ver com as Escrituras?

O RELATIVISMO CULTURAL aluno

Antropologia Missionária

ANTROPOLOGIA MISSIONÁRIA

O termo antropologia é uma composição de duas palavras gregas: (anthropos, que significa homem) e (logos, que significa palavra, doutrina, ensino, fala). Por­tanto, a antropologia é a doutrina ou o ensino a respeito do ho­mem. Na antropologia missionária nos referimos à antropologia cultural no horizonte da responsabilidade e realidade missionária.

A antropologia missionária instrumentaliza os conhecimentos, conceitos, teorias e hipóteses da moderna antropologia para a prática missionária; ela pesquisa o estudo da humanidade na música, literatura, filosofia, economia, história, geografia, religião, comunicação, letras e relações interpessoais.

Tem como missão mapear, localizar e fazer as perguntas certas.

O SIGNIFICADO DA ANTROPOLOGIA MISSIONÁRIA PARA A PRÁTICA MISSIONÁRIA DO SÉCULO XXI

Quando entramos numa nova cultura podemos facilmente ofender, mesmo sem querer, os sentimen­tos das pessoas locais. Portanto, a tarefa da antropologia missionária é permitir que o processo de conscientização e respeito mútuo entre povos e culturas cresça na vida dos missionários bem como entre crentes no mundo inteiro. É importante respei­tar os costumes, tradições e hábitos diferentes para evitar er­ros irreparáveis.

Na análise dos modelos padrões de vida e do comportamento humano nas diversas culturas, o antropólogo deve procurar respos­tas para três perguntas principais:

1.  Quais as funções dos vários aspectos duma cultura, isto é, comida, abrigo, transporte, organização da família, crenças religiosas, língua, valores, etc?

  1. O que faz um membro de uma sociedade agir como age? Em outras palavras, por que todos não agem da mesma maneira? Quais sãos as normas que determinam a conduta dos membros de uma sociedade?

3. Quais os fatores que determinam a conservação de certos aspectos culturais e a substituição de outros com o correr do tempo?

Como podemos perceber, não é suficiente apenas analisar os tipos de vestimenta ou comida de um povo, mas precisamos analisar também quem usa esta ou aquela roupa, e por que a usa. Exemplifi­cando: no Haiti, algumas pessoas usam sapatos, e outras não. Por quê? Será porque algumas gostam de sapatos, e outras não? Por falta de dinheiro? O motivo, na verdade, é um pouco diferente. É que lá o sapato é um símbolo de classe social.

Para que esta realidade fique mais clara, descreva as características típicas de alemães, americanos, franceses, suiços, ingleses e brasileiros, tal como você as conhece, seja por convivência, por filmes, livros, noticias de jornais, etc…

AFINAL, O QUE É CULTURA?

A palavra cultura se origina da palavra latina colere que significa cultivar, plantar. R. Friedli mostra que o termo cultura tem significado diferente do ponto de vista da inter­pretação de vida. Funcionalmente a cultura é um modelo ou paradigma que permite que uma sociedade sobreviva (nutri­ção, roupa, casa e saúde). Ela permite segurança na comuni­cação interpessoal (formas de autoridade familiar, tribal e es­tadual, responsabilidade social, conflitos, amizade) e dá res­postas às principais perguntas do homem (vida, morte, sofri­mento, alegria, origem e alvo da vida) para garantir a historia individual e coletiva.

Para muitas pessoas, a palavra “cultura” significa o grau de estudos de uma pessoa.

Mas esta não é a definição de um antropólogo; e muito menos a definição que vamos dar aqui. Definimos cultura como o conjunto de comportamentos e idéias característicos de um povo, que se transmite de uma geração a outra e que resulta da socialização e aculturação verificadas no decorrer de sua história.  (Cultura nada mais é do que a maneira como vivemos uns com os outros).

“Cultura civilizada” e “cultura primitiva” são expressões comuns que designam os dois principais tipos de cultura humana, não em termos negativos, mas simplesmente em função do grau de desenvolvimento para industrialização de cada grupo. Geralmente a cultura chamada civilizada tem uma maior variedade de escolhas, todas aceitáveis dentro de uma sociedade.

Mas, numa “cultura primitiva”, não há tantas possibilidades, tanto para o homem como para a mulher.

Mas convém frisar aqui que não é pelo fato de uma cultura ser primitiva ou pré-letrada (termo que usaremos como sinônimo de “primitiva”; estes povos não têm sua língua escrita.) que ela é erra­da ou inferior à nossa. Em certos aspectos ela dispõe de menos alternativas que a nossa, não se desenvolve para a industrialização ou invenções que melhoram sua vida e não tem uma língua escrita. O problema, então, é que pelo fato de outras culturas não terem esses aspectos, nós as desprezamos e as consideramos inferiores. Isto é grave. Muitas vezes, em muitos aspectos, tais culturas têm conhecimentos muito mais profundos do que nós, sem que nunca tenha sido necessário passarem pelos nossos sistemas de escolaridade.

“O brasileiro Gilberto Cotrim diz que: A cultura pode ser considerada, portanto, um amplo conjunto de conceitos, símbolos, valores e atitudes que modelam uma sociedade. Abrange o que pensamos, fazemos e temos como membros de um grupo social”.

ANTROPOLOGIA MISSIONÁRIA primeira aula para baixar

O Pastor e Missões

MISSÕES I

O PASTOR – A CHAVE PARA MISSÕES MUNDIAIS

Há um ditado que diz: “Tal pai, tal filho”. Podemos transferi-lo para a situação eclesiástica e dizer: “Tal pastor, tal igreja”. Normalmente uma igreja é o que o seu pastor é. Se o pastor leva Deus a sério, a igreja vai levar Deus a sério. Se o pastor tiver visão missionária, a igreja terá visão missionária.
Uma das falhas está no preparo do pastor. Nossos seminários estão entregando às igrejas pastores sem visão missionária. Na maioria dos seminários, missões é apenas uma matéria entre outras, dada em apenas em semestre, somente com o objetivo de cumprir o currículo. Que pecado! Que vergonha! Precisa haver uma mudança radical no ensino teológico. Se missões é a razão da existência da igreja, deveria então haver um departamento ou cadeira de missões em cada casa de ensino teológico, como matéria prioritária, básica e obrigatória em todo ensino. Os pastores deveriam sair dos seminários conscientes do seu papel e da razão pela qual a igreja existe.Precisamos de mudanças!!!

I- As Responsabilidades do Pastor
a) Conduzir a igreja à maturidade. Col. 1:27b-29 diz:
… Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos,advertindo a todo homem e ensinando a todo homem a sabedoria,a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo, para isto é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim.
Além desse texto, as cartas de Paulo a Timóteo e Tito deixam bem claro que o papel do pastor é levar a igreja à maturidade espiritual. Esta maturidade acontece quando o crente vai se moldando à Palavra de Deus e tem o caráter de Cristo forjado em sua vida. Um cristão maduro sabe de sua responsabilidade; portanto, torna-se um missionário em sua cidade ou em outro lugar.
Ainda não consigo entender e muitos menos aceitar o que Oswald Smith, que pastoreava uma igreja que tinha mais de 800 missionários e que escreveu muitos livros impactantes, tais como: Paixão pelas Almas, Evangelizemos o Mundo, Clamor do Mundo, etc., afirmou, por experiência e muita coragem, a frase mais triste e chocante para mim como pastor, que é: “O primeiro e maior obstáculo para missões são os pastores…” Isto quando deveriam ser os mesmos a ter a incumbência de descobrir vocacionados, orientá-los, treiná-los, enviá-los aos campos não alcançados e sustentá-los dignamente, mas na prática são os que se opõem a tudo isso.
Você já imaginou se cada igreja brasileira com 100 membros enviasse um missionário preparado, o sustentasse dignamente e o enviasse para os povos não alcançados?! Isto seria uma revolução e é algo que o mundo inteiro espera e que é o desejo do Senhor. Você já imaginou termos bases de treinamento em todos os países da América Latina e levantarmos 10.000 missionários?
É isto muito grande para o Senhor? Os textos fortes que têm nos tocado são: Hab. 1:5 (Vede entre as nações e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos, porque realizo em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando vos for contada.);

b) Levar a igreja ao serviço de edificação do corpo.
E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo (Ef. 4:11-12).
Aqui, Paulo está falando dos dons ministeriais. Eles são distribuídos à liderança da igreja, com o propósito de capacitar os crentes para o desempenho do seu serviço. Quem tem o serviço a executar são os crentes, e este serviço deve ter como objetivo final o cumprimento dos propósitos da igreja, que é a evangelização do mundo. Ah! Como precisamos de pastores segundo o coração de Deus! Homens que sirvam de modelo ao rebanho.
II — As Possibilidades do Pastor
a) Pregar e ensinar. Através da pregação e do ensino da Palavra, o pastor pode levar a igreja à maturidade, a experimentar a vontade de Deus e a desempenha o seu serviço; consequentemente, a fazer missões mundiais.
A pregação e o ensino são dois instrumentos poderosos nas mãos do pastor na direção de sua igreja.
Portanto, através da pregação o pastor deve levar sua igreja a cumprir sua tarefa de evangelizar o mundo! Pregue com autoridade do Espírito Santo! Faça apelos missionários! Desafie sua igreja!

b) Ministrar à liderança da igreja.
Uma igreja não será missionária se sua liderança não tiver visão missionária. Assim, o pastor deverá treinar a
liderança da igreja, oferecer cursos missionários, estudar livros de missões
com eles, fazer encontros missionários e dar-lhes tarefas afins. A vantagem
disto está no fato de que, se o pastor sair da igreja, ela continuará na obra
missionária, pois a liderança tem visão.

c)Treinar. O pastor deve preparar um currículo para o treinamento de sua igreja em missões.
Ele poderá fazer cursos de desafio missionário, cursos
práticos de missões, promover especiais de missões etc.
O pastor é a chave. Tal pastor, tal igreja! Talvez você, como pastor, esteja agora disposto a fazer um exame de sua vida e ministério, para verificar se ambos estão sendo frutíferos, Se os membros de sua igreja tem maturidade espiritual e visão missionária.
Senhor nos entregou a tarefa de fazer discípulos de todos os povos, línguas, tribos e nações, e desde que a recebemos já passaram dois milênios. E ainda há muita terra para conquistar…
Quando olho para o tamanho da igreja evangélica brasileira e seu potencial, sinto-me envergonhado e entendo que algo radical e urgente tem que ser feito para mudar este quadro. Creio que estamos cometendo o mesmo pecado que os filhos de Israel cometeram nos tempos de Josué, quando sete tribos foram negligentes em possuir a terra que Deus lhes havia dado, conforme o relato de Js. 18:2 e 3. Chamo este pecado de “Grande Omissão”, conforme Tg. 4:17. A apatia, o conformismo e a indiferença moderna são os maiores desafios dos dias atuais. E isso está dentro das igrejas. Não podemos nos conformar com este mundo, mas renovar as nossas mentes, conforme Rm. 12:1 e 2.

1- De que maneira missões é tratada em sua igreja?
2- Quais são as responsabilidades do pastor?
3- Você concorda com Oswald Smith que os pastores são os maiores obstáculos para missões mundiais? Por quê?
4- Como um pastor pode levar sua igreja a se tornar missionária?

o pastor e missões

O NASCIMENTO DE MISSÕES

O NASCIMENTO DE MISSÕES
1. MISSÕES NASCEU NO CORAÇÃO DE DEUS.
A história de missões inicia, na verdade, já na promessa de Deus de resgatar o homem caído através da descendência de Eva, proferida logo após a queda do ser humano no pecado. Mas, em termos de uma divulgação do reino de Deus pelos cristãos, é claro que teremos que buscar as origens na igreja primitiva. Costuma-se dizer que missões nasce no seio da igreja de Antioquia e de fato é, a partir da viagem missionária de Barnabé e Saulo, que o movimento missionário, propriamente dito inicia.
2- A VISITAÇÃO DIVINA: UM POVO É ESCOLHIDO
A ação redentora de Deus por Isra¬el, além de libertar o povo, tinha como finalidade mostrar seu poder, glorifi¬car seu nome junto aos pagãos. Deus deseja glorificar seu nome diante da¬queles que não o conhecem.Então lemos sobre o acerto entre Deus e Israel. “Agora, pois, se atentamente ouvirdes a minha voz e guardares o meu pacto, então sereis a minha possessão peculiar dentre todos os povos, porque minha é toda a ter¬ra; e vós sereis para mim reino sacer¬dotal e nação santa (19.5,6).

3- ISRAEL – MISSÃO CENTRÍPETA
Existe grande diferença entre os métodos que Deus deu a Israel e os que ele deu à igreja para o cumprimento de suas respectivas missões. Israel, como vemos na aliança mosaica, devia servir como imã espiritual e atrair para Deus os povos de outras nações. Os filhos de Israel deviam ser sacerdotes santos que revelassem Deus às nações, e mediadores que as levassem a Deus. A natureza de sua missão era centrípeta.
4- IGREJA – MISSÃO CENTRÍFUGA
A igreja também tem um chamado para o ministério sacerdotal. Veja 2 Coríntios 5:16-19; 1 Pedro 2:9, 10. Mas a natureza de sua missão é centrífuga.
A igreja herdou o direito exclu¬sivo que pertencia a Israel de ser o povo de Deus. A igreja se uniu a Israel como herdeira das promessas divinas. Veja Efésios 3:6. Deus destruiu a parede de separação entre judeus e gentios, e dos dois formou um novo corpo — a igreja — o corpo de Cristo. Veja Efésios 2:14-16. Esta igreja herdou as bênçãos de Deus, mas também recebeu as responsabilidades inerentes a elas.
A chamada missionária de Israel é nossa. Que honra! Honraremos a Deus, corresponderemos à Sua confiança, abençoaremos os sem Cristo e dare¬mos sentido à nossa vida.
Como igreja de Jesus que somos, demos um toque de grandeza à nossa vida cristã: gastemo-nos por Cristo.

5. JESUS O DIRETOR UNIVERSAL DE MISSÕES Ef 4:11-12; Ap 5:9
Missões pressupõe uma dedicação ao homem integral. Assim o Senhor Jesus dedicou-se durante os três anos e meio de Seu abençoado ministério, a fazer missões dentro desse prisma. Ele ensinou, pregou e curou. Ensinando, cuidou da mente humana; pregando, atingiu o coração e as necessidades da alma; curando, deu ao corpo a necessidade de ser também restaurado pelo Salvador de todos nós.
Nas ordens missionárias de Jesus encontramos uma visão ampla da tarefa. Deveria:
3.1- Alcançar até os confins da terra, At 1:8
3.2 - Incluir todos os povos, Mc 16:15
3.3 - Fazer discípulos, Mt 28:19
3.4 - Seguir o modelo dado pelo Mestre ,Jo 20:21
3.5 - Contar com a presença de Jesus, Mt 28:20
3.6 - Demonstrar as características do Reino, Mc 16:17-18
3.7- Resultar na salvação dos homens, Mc 16:16
3.8- Ser cumprida antes do fim dos tempos, Mt 24:14
A ideia de Missões repousará para todo o sempre à sombra da cruz de Cristo. DEUS tinha um único filho e fez dele um missionário. O centro da literatura mundial é a Bíblia Sagrada. O centro da Bíblia são os evangelhos. O centro dos evangelhos é o ministério de Jesus. O centro do ministério de Jesus é a cruz. O centro da cruz é a vontade de DEUS.
A cruz de Cristo é a mensagem missionária que carece de ser levada a todos os quadrantes da terra.
6- ESPÍRITO SANTO O EXECUTIVO DIVINO E UNIVERSAL DE MISSÕES
Quem da origem ao movimento missionário é o próprio DEUS através de seu SANTO ESPÍRITO ativo na igreja de Antioquia ( At 13:1-3 ).
Antioquia passou para a história como a igreja mãe do Movimento Missionário Mundial, foi uma operação pessoal do ESPÍRITO. Todas as igrejas que fizeram Missões, fizeram depois de Antioquia e quando Antioquia o fez, fê-lo na orientação expressa e específica do ESPÍRITO SANTO.
O ESPÍRITO dirige também os planos missionários ( At 16:6-9 ) e da ousadia na pregação (At 13:46-52).

O NASCIMENTO DE MISSÕES PARA BAIXAR

BASE BÍBLICA DE MISSÕES

BASE BÍBLICA DE MISSÕES

1- Consciência do plano global de Deus
O Deus da Bíblia não é territorial, regional ou tribal, mas de todos os povos e nações.
João 3.16
Vemos neste verso que a visão de Deus é alcançar o mundo inteiro. “ Deus amou o mundo” – não um ou outro povo em especial. 1 Tm 2.4: Deus “deseja que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade”. Este é o propósito principal de Deus!

E podemos ver isto no decorrer de toda história bíblica:
- O plano global e redentivo de Deus está em Gn 1- 11- onde Deus está se relacionando com todos os povos da terra (antes da escolha de Abraão e Israel).

• Na Era Patriarcal – No chamado à Abraão – “ Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3 b).
É no capítulo 12 de Gênesis que o plano da salvação é desencadeado. Um homem, Abrão, é chamado para ser uma bênção para o mundo. “. Dele descendem os que deveriam ser o canal das bênçãos divinas para o mundo.
• Na era mosaica – Israel é tornado a nação da aliança. É o povo que descende de Abrão e que Deus usará como missionário ao mundo. Há um pacto. Deus e Israel pactuam. Ele escolheu a nação, e esta deverá viver seus mandamentos e ser exemplo ao mundo.Os filhos de Abraão, os hebreus, deverão cumprir o propósito para qual Deus os comissionara. Deveria atrair a si todas as nações da terra para que também estas conhecessem ao Senhor.

• Na entrada em Canaã – Deus nunca desprezou os gentios. Israel, no entanto, o fez. Fechou-se num orgulho espiritual e racial exclusivista. Israel deveria ser uma nação de sacerdotes. Deveria levar as outras nações a conhecerem a Deus. Isso, infelizmente, acon¬teceu poucas vezes. Deus manda Josué destruir Jericó – Só Raabe uma cananéia é salva .Js 6.17 ; Com Rute, a moabita também. Ambas foram agregadas ao povo de Deus e, inclusive, entraram na ascendência do Salvador (Mt 1.5).

• Na era davídica – Davi escreveu muitos Salmos inspirados por Deus, mostrando o propósito principal de Deus: “alcançar todos os povos”.
Há 175 referências missionárias nos Salmos

• Na Era Salomônica – Salomão constrói o templo e na sua oração de dedicação ele também mostra o propósito de Deus.

• Na era profética – Os profetas levantados por Deus também se referiram muitas vezes ao propósito principal de Deus. Mas, por vezes Israel não deu ouvido.

- Na vida de Isaías – Isaías é chamado de profeta messiânico, tal a quantidade de profecias constantes de seu livro, destinadas a enfocar a vida pessoal do Messias de Israel e Salvador do mundo. Os 66 capítulos de seu livro são uma miniatura apreciável da própria Bíblia.
Isaías experimenta uma tríplice visão, que resulta em um poderoso chamamento missionário.

O próximo passo, então, é a célebre pergunta de Deus: “A quem enviarei e quem há de ir por nós”? Existe uma tarefa missionária a ser cumprida em todo o mundo e quem a atender representa o próprio Deus. Por Ele será enviado; por Ele será acompanhado; por Ele será guardado e por Ele será confirmado.

- Na vida de Jonas- Jonas recebeu um lindo chamado missionário, mas tratou de ser desobediente à visão celestial, ao contrário do apóstolo Paulo ( At 26:19 ).

Deus foi muito complacente para com Jonas e deu-lhe uma Segunda oportunidade. Nem todos os chamados tem tido a mesma sorte do profeta hebreu.

• Missões na vida de Jesus – Naturalmente, o próprio Mestre Jesus Cristo faz parte da história de Missões. Afinal, Ele foi o maior de todos os missionários, encarnou-se para fazer missões, Lc 19:10. O Filho de DEUS veio a este mundo como um missionário. Veio decidido a cumprir uma missão redentora, que somente Ele era capaz de efetuar. Viveu sempre em função de Missões.
( Mt 9: 35-38 ).

João 4.31-35 :
No poço em Samaria, Jesus dá uma aula de missões aos discípulos. E lhes mostra que a humanidade ( as pessoas) são como frutos maduros, prontos para serem colhidos. E Jesus os coloca na posição de ceifeiros e mostra a eles:
1- A extenção da plantação – o tamanho do mundo com seus bilhões que ainda não O conhecem .Requer um número muito maior de trabalhadores. …” Rogai ao Senhor da seara para que mande trabalhadores para sua seara”.

A RESPONSABILIDADE é também sua!!!

2 – A maturidade dos frutos – revela que se não forem colhidos com urgência irão se perder.
Jesus mostra aos discípulos que a humanidade está pronta para ouvir o Evangelho, mas, muitos estão se perdendo sem esta oportunidade de salvação.

BASE BÍBLICA DE MISSÕES para BAIXAR

O DESAFIO DE MISSÕES

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA NACIONAL

MISSÕES I

“A igreja justifica sua existência somente quando cumpre sua obrigação missionária”

“Se Deus quer a evangelização do mundo, mas te recusas a participar e sustentar missões, então, te opões à vontade de Deus” – Oswald Smith

“O melhor remédio para a igreja enferma é pô-la em dieta missionária”.

Estas frases podem se tornar apenas jargões religiosos e frases de efeito, ou podem ajudar-nos a reconstruir a consciência da maior tarefa que temos neste mundo como igreja: ser luz para todo povo, tribo, língua e nação (Ap. 5:9).

O Desafio de Missões

“… mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espirito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra ” (At 1:8).

Neste verso encontramos condensado o plano de Deus para a Igreja.

1. “… recebereis poder…”

É impossível fazer a obra de missões sem o poder do Espírito Santo. É impossível haver poder do Espírito sem visão mundial.

Se olharmos para a história da Igreja veremos que todas as vezes em que houve um derramamento do Espírito, o resultado final foi um grande movimento de missões mundiais.

O resultado do derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecoste foi a salvação de quase três mil almas (At. 2:41); mais adiante, cerca de cinco mil (At. 4:4); depois disso houve um grande movimento missionário (At. 17:6).

Se quisermos ver nossas igrejas crescendo, o reino de Deus implantado e o evangelho sendo pregado a todas as nações, precisamos, do poder do Espírito Santo.

2. “… e sereis minhas testemunhas”

O resultado de uma vida cheia do Espírito Santo é o testemunho. O crente que se apropria do poder do Espírito Santo pela fé, sente-se motivado a falar de Jesus Cristo  aos outros, e o faz de forma natural. Além do poder para testemunhar, o crente produzirá o fruto do Espírito refletido em suas atitudes, e sua vida servirá de estímulo para  que outros sigam a Jesus. Jesus Cristo chama-nos para sermos Suas testemunhas.

Deus nos ordena, através de Sua Palavra, que sejamos testemunhas das bênçãos que Ele nos dá, e essas bênçãos têm uma razão de ser: para que o mundo creia. Veja o que diz o Salmo 67.1-3 :

“Seja Deus gracioso  para conosco, e nos  abençoe, faça resplandecer sobre nós o seu rosto, para que se conheça na terra o teu caminho; em todas as nações, a sua salvação. ”Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos, todos”.

Deus nos abençoa para que testemunhemos de Seu amor, de Sua graça, assim, os pecadores se convertam.

3- “…Tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”

Atos 1.8, que é conhecido como uma pérola de missões no Novo Testamento, às vezes tem se tornado um grande obstáculo para as missões transculturais.(Larry Caldwell ). Se “primeiro Jerusalém” significa evangelizar primeiro “sua cidade”, então os primeiros discípulos não poderiam começar por Jerusalém, mas deveriam voltar para Cafarnaum para começar de lá a evangelização. Com isso vemos que essa idéia de “primeiro aqui” não encontra apoio no versículo em questão. O que encontramos em Atos 1.8, é uma idéia de simultaneidade.

Quando pensamos numa tarefa de tal magnitude, podemos pensar que é impossível para uma igreja local. Mas Jesus não só deu a ordem, como também tem dado todos os recursos e capacitações necessárias.

Na próxima ilustração temos uma descrição clara do propósito de Deus em colocar seu Espírito para viver em nós. Eles nos deu um texto sagrado e verdadeiro, que tem se cumprido pela riqueza da sua graça infinita. Há um propósito eterno nisso. Veja   a sequência:

Texto                                          Poder                                              Tarefa

Mateus 28:18-19 “É me dado todo o poder no céu e na terra”. Com Lucas 10.19 “Portanto ide e fazei discípulos de todas as nações.”
Marcos 16:15-17 “Em meu nome expulsarão

demônios, falarão novas línguas, pegarão em  serpentes, etc.”…”

“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
Lucas 24:46-49 “…ficai em Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder” “….em seu nome se pregará o arrependimento e a remissão dos pecados em todas as nações”
João 20:21:22 “Dizendo isto, soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo”. “  Assim como o Pai me enviou, assim também vos envio”.
Atos 1:8 “Mas receberei poder ao descer sobre vós o Espírito Santo…” “E ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria e até os confins da terra”

Quando Jesus prometeu poder aos discípulos, seu principal propósito era capacitá-los para a evangelização do mundo. O sublime poder de Deus e seu mais alto propósito universal tem sido reduzido a meras necessidades pessoais de experiências emocionais passageiras. Muito raramente vemos alguém pedindo a Deus poder para ser um instrumento para missões.

Devemos encorajar mais e mais crentes para se encherem do Espírito Santo mas com a motivação certa: santificação com vivência do caráter de Cristo e missões. Se as­sim agimos Jesus fará ainda mais maravilhas em nós e através de nós. Afinal, o principal motivo da morte e ressurreição do nosso Mestre é a salvação dos perdidos de todos os povos, tri­bos, nações e línguas.

A OBEDIENCIA DETERMINA O AVANÇO”
missões – o Desafio para baixar

DEFININDO MISSÕES

DEFININDO MISSÕES

Se compreendemos que Deus deu seu Filho e que Jesus se deu a si mesmo para a salvação da humanidade, podemos então dizer: Missões é obra de DEUS dada à igreja que, seguindo o exemplo de Cristo, proclama por palavras e ações o Reino de DEUS, chamando todos ao arrependimento e a ter fé em Cristo, enviando-os a serem discípulos d’Ele. Missões é a obra de Deus dada aos salvos por Cristo.

PARA QUE MISSÕES?

Missões existe para levar a Cristo para todas as pessoas, fazendo-as crer que Ele é o eterno e suficiente salvador.

“A obra da igreja transpõe a interpretação que temos das necessidades do mundo perdido. Vemos com olhos de homens. Apenas conhecendo a Deus mais de perto, vamos entender em que obra devemos nos empenhar” (Herastus)

ONDE FAZER MISSÕES

Em todos os lugares da terra o evangelho deve ser pregado. (Mt 28:19; MC 16:1; Tt 2:1; At 1:8

Jerusalém_______________________ Judéia___________________________

Samaria_________________________

Confins da terra___________________________

COMO FAZER MISSÕES

Existem pelo três maneiras de se fazer Missões:

1-ORANDO- Talvez sua chamada seja para que interceda pelos missionários. Através da oração, o intercessor visita o missionário que está no campo trabalhando, ou doente  ou preso, ou perseguido, ou no deserto ou nos cárceres e hospitais. A maior batalha que se trava em missões é a batalha espiritual e essa batalha só se vence com oração.

2-CONTRIBUINDO – Talvez Deus tenha lhe chamado para que seja um sustentador financeiro da obra missionária por exemplo, no caso de você ser um comerciante, empresário, aposentado. Não importa quanto ganha ou  o que tem.

3-INDO – E finalmente, existem os chamados para irem pessoalmente ao campo missionário. Se você sente que sua chamada é para ir, comece a se preparar em todos os sentidos, emocional, espiritual, e material; e não tema pois quem lhe chamou não foi um homem qualquer, e sim o Senhor da Seara, Jesus.

QUEM DEVE FAZER MISSÕES

A Bíblia nos ensina que é da igreja a responsabilidade primária de executar a obra missionária. Essa responsabilidade missionária é coletiva e individual .

Você concorda que todo crente é um missionário?

1-      O aspecto geral do chamado

  • Todo crente foi chamado a participar da missão
  • Nenhum crente está autorizado a escolher entre o que ele quer ou não fazer

2-      Um Aspecto Específico do Chamado

  • Alguns são chamados para tarefas específicas na missão
  • Os que recebem esse chamado específico são os que conhecemos como missionários de fato.
  • Diferença entre eles: Além dos deveres mencionados acima, suas tarefas específicas exigem tarefas mais radicais e renúncias que não são impostas o tempo todo à maioria dos crentes.

Teste seu compromisso em Missões

SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA NACIONAL

MISSÕES I

TESTE SEU COMPROMISSO EM MISSÕES

Suponho que você seja um discípulo e seguidor de Jesus. Isso sugere que você  é fiel às suas palavras e que faz tudo o que está a seu alcance para agradá-lo, que tudo que está no coração dele você se empenha em fazer, certo? Bem, infelizmente, não é sempre assim. A obra missionária  é a nossa principal atividade como seguidores de Cristo.Se conhecemos todo o hinário, se ajudamos a construir templos, se pregamos sermões, se formos todos os dias a igreja, mas se não realizarmos missões, se não fizermos esforços para alcançarmos com o Evangelho os confins da terra, tudo terá sido em vão e teremos edificado com feno, palha e madeira.

INSTRUÇÕES

  • Faça um x no espaço correspondente ao nível de compromisso e realidade
  • Some todos os pontos (veja tabela) e descubra o quanto você, como discípulo de Jesus, está envolvido na mais importante tarefa que Ele deixou para sua Igreja.

1-Escreva aqui o nome de um missionário (transcultural) de que você mais tem informações:

Nome:……………………………………………………………………………………………………..

2-Nível de conhecimento de algum missionário:

(  )a- Conheço pessoalmente

(  )b- Recebo e envio cartas

(  )c- Ouvi alguém falar

3-Conhecimento do campo onde está um missionário:

(  )a- Sei sobre o bairro onde ele está

(  )b- Sei sobre a cidade onde ele está

(  )c- Sei sobre o país onde ele está

(  )d- Não conheço nada

(  )e- Sei as três primeiras opções

4-Conhecimento ministerial:

(  )a- Sei detalhes sobre o trabalho do casal

(  )b- Conheço o trabalho que eles desenvolvem

(  )c- Sei pouco sobre o que eles fazem

(  )d- Não sei nada

5-Envolvimento em oração com a obra missionária:

(  )a- Oro diariamente e cito nomes de missionários

(  )b- Oro de modo geral

(  )c- Às vezes oro

(  )d- Não costumo orar nesse sentido

6-Envolvimento financeiro:

(  )a- Participo diretamente do sustento de um missionário

(  )b- Contribuo indiretamente com missões

(  )c- Oferto esporadicamente

(  )d- Nunca ofertei para missões

7-Comunicação com algum missionário:

(  )a- Mensal

(  )b- De vez em quando

(  )c- Nunca me comunico

8- Comunhão e relacionamento com o missionário:

(  )a- Costumo hospedar em minha casa sempre que possível

(  )b- Faço visitas a sua família aqui

(  )c- Gravo vídeo e CD do pessoal e envio para ele

(  )d- Não tenho muita amizade

9-Alguma vez visitou o missionário no campo:

(  )a- Sim, mesmo não tendo condições

(  )b- Sim

(  )c- Não, mas gostaria muito

(  )d- Nunca tive interesse

10-Conhece as dificuldades que o missionário está enfrentando:

(  )a- Conheço suas dificuldades até mesmo pessoais

(  )b- Apenas dificuldades do seu ministério

(  )c- Conhecimento superficial

(  )d- Não conheço nada

11- Conhece os resultados do ministério do missionário:

(  )a- Por intermédio do próprio missionário

(  )b- Por outras fontes

(  )c- Não conheço

TABELA DE PONTUAÇÃO

1)    20

2)    a-20,  b-10,  c-5

3)    a-10,  b-10,  c-5,  d-0,  e-20

4)    a-20,  b-10,  c-5,  d-0

5)    a-20,  b-10,  c-5,  d-0

6)    a-20,  b-10,  c-5,  d-0

7)    a-10,  b-5,  c-0

8)    a-10,  b-10,  c-10,  d-0

9)    a-20,  b-20,  c-10,  d-0

10)   a-20,  b-10,  c-5,  d-0

11)  a-20,  b-5,  c-0

TOTAL  DE  PONTOS: …………

CONFIRA O NÍVEL DE RESPONSABILIDADE QUE VOCÊ TEM EM MISSÕES

DE 0 a 49 – INSENSÍVEL

Estudando a Bíblia, descobrirá que Deus conta com você para alcançar o mundo até aos confins da terra.Comece orando, e peça perdão e misericórdia a Deus por não cooperar com seu plano, que custou a vida de Seu Filho Jesus.Procure ler biografias de missionários e procure conhecer os projetos missionários de sua igreja, ou alguma outra igreja que esteja envolvida com missões, e você descobrirá várias formas de se envolver.Lembre-se, um certo hino evangélico pergunta: “Posso tendo as mãos vazias com Jesus me encontrar? Quantas almas poderiam, ao Senhor apresentar?”

DE 50 A 99 – DESINTERESSADO

Você não tem relacionamento pessoal com missões. Trata o assunto com desdém, usa frases do tipo: “missionário é um turista”,campanha missionária é desculpa para se arrecadar mais dinheiro”, entre outras blasfêmias.Você está preocupado demais com sua carreira profissional, com sua faculdade, namorada, família, enfim, para se ocupar com uma nação, um povo, que está tão distante e que você desconhece suas necessidades.Mas pense, por que você conhece a Cristo hoje?Por que o Brasil é uma das maiores forças evangélicas da atualidade? Saiba que toda essa conquista do Evangelho por aqui é fruto do trabalho heróico de homens e mulheres que levaram a obra de Deus com seriedade.Você também pode fazer parte da história de evangelização de alguma nação, desde que comece a levar Deus a sério.

DE 100 A 149 – INTERESSADO

Você está envolvido, mas nem tanto. De vez em quando, se envolve, mas possui algumas dúvidas de que o assunto é algo sério e urgente, como ouviu dizer, acaba deixando para segundo plano, e para outra hora. Caro irmão, pense, para que Jesus realmente nos chamou? Não é verdade que antes de qualquer outra atividade que tenhamos nas nossas igrejas como ensaios, construções, retiros, congressos, enfim, Ele nos chamou para sermos pescadores de homens? Então “passe a Macedônia e ajude-nos”.Deus quer acima de nossos serviços, a nossa obediência ao que Ele de fato nos comissionou, ganharmos almas! Redirecione suas energias para missões e Deus fará multiplicarem-se as bênçãos sobre sua vida e de sua família. Você tem um coração generoso, deixe os temores e se envolva totalmente.

MAIS DE 150 – COMPROMISSADO

Parabéns! Você é realmente um sócio da obra missionária. Foi com o apoio de pessoas assim como você que grandes coisas foram realizadas  na história do cristianismo.Paulo, Barnabé, os irmãos Morávios, Moody, Guilherme Carey, Hudson Taylor, Gunnar Vingren, e tantos outros heróis da fé puderam contar com mãos fortes e confiáveis como as suas.

Caro guerreiro, Deus conta com você! Assim, de mãos dadas, a obra missionária triunfará até que no céu encontremos “…homens de todas as raças, línguas, tribos e nações da Terra” , louvando ao Cordeiro que é digno de honras e glórias.Deus o abençoe!